Seu Guia Completo para o Referendo da Independência Escocês

Tudo sobre a Independência Escocesa

Este site pretende ser um mapa de rotas para o referendo de todas as coisas na web. É um diretório cuidadosamente indexado de links para sites, postagens de blog individuais, videoclipes – para qualquer coisa e tudo o que pode ajudá-lo a fazer uma escolha informada ao votar no referendo de independência no próximo ano.

Mas também abordaremos aqui, assuntos relacionado à remédios para nascer cabelo.

Neste ponto, devemos indicar nossa própria posição; Somos 100% a favor da independência para a Escócia e estamos ativamente a campanha para uma votação SIM. No entanto, acreditamos em um debate justo com toda a informação disponibilizada o mais amplamente possível.

Há, portanto, uma seção listando todos os sites pro-Union que podemos encontrar, além de links para artigos relevantes em outras seções – mas a maior parte dos links é um material bem fundamentado que acreditamos faz um caso convincente e irrefutável para uma votação SIM Próximo ano. Leia isso para si mesmo e veja se você concorda.

O Acordo de Edimburgo

Este acordo histórico foi assinado em 15 de outubro de 2012.

O Acordo comprometeu o Governo do Reino Unido e o Governo escocês a trabalhar em conjunto para garantir que um referendo sobre a independência escocesa possa ter lugar.

Os dois governos concordaram que o referendo deveria:

  • ~ Tem uma base jurídica clara
  • ~ Ser legislado pelo Parlamento escocês
  • Ser conduzido de modo a comandar a confiança dos parlamentos, dos governos e das pessoas
  • ~ Entregar um teste justo e uma expressão decisiva das opiniões das pessoas na Escócia e um resultado que todos respeitarão

A questão

A pergunta a ser feita foi discutida e aprovada pela comissão eleitoral. Em 18 de setembro de 2014, os eleitores serão convidados a votar sim ou não à seguinte questão:

A Escócia deveria ser um país independente ?

Um das razões para a Escócia convocar um novo referendo sobre a independência está relacionada com o “Brexit duro” que Londres planeja. A Escócia esperava poder permanecer ao menos dentro do mercado comum europeu, mas a primeira-ministra britânica Theresa May já anunciou que retirará todo o país desta união econômica e política.

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Em troca, prometeu a concessão de mais competências para a Escócia. Brexit, como ficou conhecido o processo de saída do Reino Unido da União Europeia, é a abreviação das palavras em inglês Britain (Grã-Bretanha) e exit (saída)

“A Escócia, como o resto do Reino Unido, se encontra em uma encruzilhada”, disse hoje no Parlamento a primeira-ministra Nicola Sturgeon, líder do Partido Nacional Escocês. “Quando amanhã (29) se ativar o Brexit, haverá uma mudança inevitável para a Escócia, com um impacto no comércio, nos investimentos, no nível de vida e na natureza da sociedade em que vivemos”, advertiu.

A proposta da primeira-ministra da Escócia Nicola Sturgeon para realização da consulta pública aprovada pelo parlamento escocês depende também do aval britânico para sua realização. A oposição da premiê britânica Theresa May e de outros integrantes do governo será um problema para Sturgeon.

“Para May não interessa o plebiscito. Seria muito complicado lidar com as duas situações – a ruptura com a UE e a desintegração do país – ao mesmo tempo”, diz Marcus Vinícius Freitas, professor de direito e relações internacionais da Faap.

Mesmo que aprove a realização do referendo, tudo indica que o parlamento britânico o adiará tanto quanto possível. “Agora não é o momento de falar de um segundo referendo de independência”, disse May em uma entrevista à agência britânica Press Association.

May defendeu que com o início das negociações da saída do bloco europeu, o Reino Unido deve se manter coeso para conseguir os melhores resultados. Afirmou também que seria “injusto com as pessoas da Escócia pedir para que tomem uma decisão tão significativa” antes que todos os detalhes do acordo sejam definidos.

Já Sturgeon defendeu que o prazo proposto para a realização da consulta, entre o final 2018 e 2019, é suficiente para que os termos do Brexit estejam claros.

“Tais mudanças não deveriam ser impostas encima da Escócia”, alegou Nicola. “O povo escocês deveria ter o direito de escolher entre o Brexit ou converter-se em um país independente, capaz de traçar seu próprio caminho e gerar uma verdadeira colaboração com iguais além dessas ilhas.”

“Seria injusto para o povo da Escócia pedir-lhes para tomar uma decisão crucial sem as informações necessárias sobre o nosso futuro relacionamento com a Europa ou como seria uma Escócia independente”, afirmou o comunicado.

A chefe de governo britânica já chamou o novo referendo de “inaceitável”, porém não há um artigo na Constituição que proíba a sua realização, segundo a France Presse. May só teria como opção tentar adiar o referendo o máximo possível para que não coincida com os dois anos de negociações com Bruxelas sobre os termos do divórcio UE-Reino Unido.

May viajou a Escócia na segunda-feira (27) para uma reunião com Sturgeon, em uma última tentativa de dissuadir a colega, mas nenhuma das duas mudou de opinião.